quarta-feira, 26 de março de 2014

#AULA - Vídeo sobre o Barão do Rio Branco

Boa noite alunos,

Esse é o vídeo que passei em aula sobre o Barão do Rio Branco, vocês podem acessá-lo pelo link do Youtube, assistir aqui no blog, ou baixar da "minha teca".


Para assistir pelo Youtube, clique https://www.youtube.com/watch?v=H-fwoopdsR8

OU

Baixem na "minha teca" http://minhateca.com.br/professoracamila

Boa noite e um grande abraço!

#AULA - Brasil: do "arquipélago" ao "continente"

Boa noite alunos,

Já está disponível para download os slides da aula sobre integração nacional.

Para baixar clique AQUI

Outra opção é acessar a "minha teca" e baixar todos os arquivos que disponibilizei para download. Clique no link abaixo e acessem:

http://minhateca.com.br/professoracamila

Até o final da semana postarei o resumo com os temas que cairão no Provão da semana que vem, fiquem atentos!

Boa noite, um grande beijo!

segunda-feira, 17 de março de 2014

#AULA - Conflitos e Tratados importantes para a delimitação do território brasileiro

Façam o download da apresentação de parte das aulas sobre a gênese das fronteiras brasileiras.

Para baixar, clique AQUI

Um grande abraço!

#AULA - Formação Territorial do Brasil

Caros alunos, disponibilizo agora o conteúdo da apresentação de power point utilizada nas minhas aulas sobre a Formação do Território Brasileiro.

Façam o download AQUI.

Um grande abraço!


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

#NOTÍCIA - Maduro ameaça expropriar empresas contrárias à 'lei de preços justos'


Lei estabelece margem de lucro máxima de 30%, medida que os empresários consideram inconstitucional


Caracas (AFP) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou na terça-feira 4 que expropriará as empresas que não cumpram a Lei de Preços Justos, que estabelece margem de lucro máxima de 30%, medida que os empresários consideram inconstitucional.

"Não me subestimem, setores da burguesia. Se tiver que expropriar (empresas), vamos expropriar", disse Maduro no Quartel da Montanha, em evento para recordar os 22 anos do golpe militar de 4 de fevereiro liderado pelo falecido ex-presidente Hugo Chávez (1999-2013).

"Se na próxima segunda-feira encontrarmos unidades econômicas ou empresas violando a Lei de Preços Justos, vou tomar as medidas mais radicais que tiver que tomar", completou.

Os empresários venezuelanos anunciaram na terça-feira que apresentarão um recurso de nulidade ao Tribunal Supremo de Justiça contra a lei - promulgada por Maduro em 24 de janeiro para combater o que ele chama de "guerra econômica" -, que consideram "inconstitucional".

Na Venezuela, a inflação alcançou 56,2% em 2013, a maior da América Latina. A escassez de produtos chegou a 22,2% em dezembro e o crescimento do PIB foi de 3%, contra 6% previsto inicialmente.
 
O presidente da Federação de Câmaras e Associações de Comércio (Fedecamaras), Jorge Roig, citou o caráter "inconstitucional" da medida por declarar como "matéria de utilidade pública" toda a cadeia nacional, quando a Constituição estipula que "o setor privado conjuntamente com o governamental deve propor um modelo econômico".

Roig considera que a lei "confisca" a liberdade econômica, restringe a oferta e afasta os investimentos. "Todas as empresas, ao serem de utilidade pública sem importar seu tamanho, ficam prontas para expropriações, para serem confiscadas pelo Estado sem o pagamento oportuno", disse.

A norma estabelece margem de lucro máxima de 30% e duras penas administrativas e penais, que vão de dois a 12 anos de prisão, para especulação, monopólio e contrabando de bens.

Leia mais em AFP Móvel

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

#NOTÍCIA - Por uma cartografia em movimento



Em dimensões distintas, os trabalhos da artista Marie Ange Bordas e da arquiteta Ana Paula do Val visam à quebra de normativas propostas em mapas oficiais

 
A artista gaúcha Marie Ange Bordas define a si mesma como uma nômade privilegiada. Filha de pai francês e mãe brasileira, ela passou a maior parte da vida trocando de endereço dentro e fora do Brasil. Estar em constante movimento tornou-se uma necessidade e serviu de motivação para imergir na dinâmica das pessoas que estão em trânsito ao redor do planeta não por uma questão de escolha, mas por terem sido forçadas a fazê-lo, seja em razão de conflitos, seja por consequências da máquina econômica.
A convivência com refugiados em vários países deu origem ao projeto artístico Deslocamentos, iniciado há dez anos. Em dezembro, Bordas finalizou esse projeto fazendo a curadoria do caderno Sesc_Videobrasil Geografias em Movimento. O livro reúne fragmentos artísticos de seu longo percurso e dialoga com artistas e teóricos que, em certa medida, estavam conectados com a temática da territorialização em movimento e da expressão dos espaços geográficos a partir de representações além da objetividade endurecida das linhas e contornos dos atlas oficiais. Uma cartografia em movimento, mais humana e afetiva.
"A cartografia é um desenho em movimento. A ideia que temos de mapas é uma ideia eurocêntrica, etnocêntrica. Gosto muito de uma coisa que o Rogério Haesbaert fala sobre a territorialização no movimento, as territorializações simbólicas, subjetivas. Tem muito mais a ver com o indivíduo contemporâneo do que essa ideia de raiz ligada ao lugar, ao Estado-nação, que é uma criação, uma imposição", afirmou, em referência ao geógrafo autor de O mito da desterritorialização: dos fim dos territórios à multiterritorialidade, que também assina um texto do caderno.
Em 2001, partindo de Nova York em direção a Johannesburgo, na África do Sul, Bordas entrou em contato com organizações que davam suporte a refugiados. A partir desses encontros, organizou oficinas de vídeo, foto, áudio e performances. As propostas artísticas de interação foram se modificando conforme ela também se dirigia a novos locais: de Johannesburgo para o albergue de refugiados em Massy, no subúrbio de Paris, depois o campo de refugiados de Kakuma, no Quênia, seguindo ao enclave tâmil na costa leste do Sri Lanka e ao East End de Londres.
"Como artista, posso ser mais efetiva no uso do processo criativo para criar um ambiente de segurança nesses espaços de conflitos, onde essas pessoas possam se sentir protegidas para pensar em sua situação fora do discurso humanitário e passar a interagir em um discurso político", afirma. "A minha ideia era quebrar com esses jogos de representação, criar espaços menos controlados. Meu trabalho teve muito essa questão de transformar o discurso depreciativo de sua realidade, tentar desconstruir o discurso que vitimiza e levar em conta o agenciamento de cada um", disse Bordas.
"Quando cheguei ao campo (de refugiados) do Quênia, na minha primeira caminhada, a primeira pessoa que eu encontrei foi um banqueiro milionário da Eritreia. A vizinha dele era uma mulher de um vilarejo agrícola do Sudão do Sul. O universo de classes, de culturas nesses locais é muito grande. Tratar a questão do refugiado como uma coisa só, homogênea, é muito complicado."
Cartografias afetivas Quebrar as normativas e os estereótipos que geralmente acompanham o tema do refúgio sempre foi um norte para Bordas. Durante sua temporada em Paris, onde conviveu com refugiados de 80 nacionalidades diferentes, ela notou a formação de redes que superavam as fronteiras formais entre os países. Por esta rede, mantida pelos refugiados com parentes e amigos locados em diversas partes do mundo, circulavam dinheiro, documentos e bens, mas também afeto, memórias e trivialidades. "À medida que me entranhava nessas redes, tecia meu próprio atlas, acumulando lugares, afetos e possibilidades neste meu corpo-território", escreveu a artista.
É essa premissa que aproxima seu trabalho ao de Ana Paula do Val. A arquiteta e artista plástica, que também assina um artigo no caderno organizado por Bordas, realizou um trabalho em 2011 com um grupo de bordadeiras no parque Santo Antônio, no extremo sul da cidade de São Paulo.
O objetivo era bordar um atlas afetivo que transbordasse as noções formais de mapeamento e trouxesse consigo sinestesias e subjetividades, por meio de uma desconstrução dos imaginários que acompanham esta região específica da cidade, sempre lembrada como entre as piores em índices de desenvolvimento, educação e violência.
Reprodução do caderno Geografias em Movimento
"Todos os mapas que a gente tem, desde 1500, foram feitos para a dominação e para o controle. E não deixa de ser diferente hoje", disse Val. "Logo que eu comecei a fazer esse mapeamento com as bordadeiras, comprei um mapa desses que vendem para turistas. E o mapa, curiosamente, terminava em Cidade Dutra. O que existe para baixo não estava no mapa. Isso vende na banca de jornal. E é uma cartografia que simplesmente apaga a periferia sul. Isso é poder simbólico. Apagou da história, não existe."
Após semanas de imersão territorial em que as seis bordadeiras foram convidadas a perceber o espaço pelo qual circulavam usando não só a visão, mas a audição, o paladar e o olfato, foi construído um repertório reflexivo da leitura desse território. "Essas mulheres moram no Jardim São Luís e não conheciam o restante da zona sul", explicou Val.
Desenho do mapa feito coletivamente por grupo de bordadeiras, em trabalho organizado por Ana Paula do Val
No mapa produzido a partir do projeto, letras de músicas dos Racionais MC’s se misturam a desenhos de marés de casas, árvores e crianças empinando pipas. "As questões mais afetivas, subjetivas, não vão fazer parte de mapas oficiais. São cartografias que a gente constrói à rebote do Estado. São outras possibilidades de olhar o mundo. Se você olha, parece um desenho, mas não é só isso", disse. "Estamos falando de uma questão de identidade."

sábado, 8 de fevereiro de 2014

#AULA - Vídeos interessantes sobre o café e a cidade de São Paulo

Um ótimo sábado a todos, estou aqui lendo, estudando, preparando aulas. E, pensando em vocês, alunos, achei alguns vídeos interessantes e quis compartilhar!


 Assistam e comentem!
Um grande beijo e um ótimo final de semana!

 Marco Antônio Villa fala do impacto da produção do café para São Paulo do século XIX.
As cidades que nascem com a produção cafeeira; a transformação econômica na cidade de São Paulo; o impacto político e sua influência na proclamação da república; o desenvolvimento e expansão ferroviária, que promovem a circulação de ideias e fomenta a cultura.

Roteiro do café no Centro Histórico de São Paulo
A guia historiadora Cacau nos leva para um passeio pelo centro de São Paulo e revela as curiosidades da cidade relacionadas à história do café. O roteiro temático foi criado pela São Paulo Turismo em parceria com o Café Moka.
Conheça essa história através da vasta iconografia de aquarelas, gravuras, fotografias, desenhos, e outros documentos históricos existentes nos museus e acervos públicos do país.